domingo, julho 13, 2008

Sensibilidade

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Eu que sonhei por tanto tempo em ser livre...Me prenda em seus braços... é o que eu te peço..."

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Sensível, sempre fui. Sempre sofrendo mais que os outros pelos corpos de vidro quebrados, pelos atrasos, pelos amores. O corte não era meu, o atraso também não, e os amores...ah, os amores! Talvez os cortes fossem mais fáceis e mais reais mesmo não sendo meus. Acontecia como um ritual. Dóia sempre, mas nunca brotavam lágrimas. Brotava um tristeza, óbvia, visível, forte. E depois, uma fala prgramada: "Ela sabe se virar". E sabia, sempre soube e ainda sei. Ainda tenho a mesma mania de saber terminar. De saber seguir em frente. De não ter medo. E me parece que agora, eu estou no meio de mais um ritual. Meio, não é mais o começo, e está longe de terminar. Coração acelerado, sorrisos bobos. Vontade, vácuo.

♪ Um Edifício No Meio Do Mundo - Ana Carolina ♫

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