segunda-feira, dezembro 22, 2008

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• O pedaço do teu corpo que ficou no meu
Agora é vestígio do que eu nem quero
E tudo fede.

Aquilo que perfumou
Por um tempo quase infindo
É fétido, sujo, infiel.

Então eu arranco a sua pele do meu corpo
Enquanto ele sangra
E que sangre!

Que sangre sem lágrimas
Não posso deixar que o familiar gosto salgado
Percorra novamente os meus lábios.

Fique com o seu orgulho
Eu, meu bem,
Fico com outro alguém.

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Fica com o seu inesquecível, tá? Mas me esquece.

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