sexta-feira, maio 28, 2010

Dreams, oh, dreams.

"E essa febre que não passa
E meu sorriso sem graça
(...)
Quando tudo está perdido
Eu me sinto tão sozinho
Quando tudo está perdido
Não quero mais ser
Quem eu sou..."

Acabo de acordar, e já procuro esquecer os sonhos confusos que tive. Foram cenas e frases tão desconexas que eu quase não pude entender, mas ainda assim, tudo permanece sobrevoando os meus pensamentos. Admito que todas as minhas reflexões sobre passado, presente, afago e frieza me deixaram confusa. Ultimamente eu tenho pedido à rego publicamente. Essa febre não passa, e no meu intimo eu sei que ela não está aqui só pelo meu resfriado. Todo o meu corpo tem desmoronado milhares de vezes por dia. As minhas ideias tem ficado vagas, e eu tenho vivido num constante estado de embriaguez que me inquieta. Eu não sei dizer o que quero. Aliás, sei. Sei dizer o que quero muito, mas sei ver que nada disso tem futuro. Sei também lembrar de um passado e tentar colocá-lo lá atrás sem sucesso. E enquanto isso, sei ensaiar passos para dizer que está tudo bem. Mas os meus olhos sempre foram de me entregar, e continuam sendo. E o que eles denunciam é o meu desalento, o meu desespero, a minha carência, o que eles dizem é que eu preciso urgentemente de algo que me motive a acordar todos os dias. Porque sinceramente, eu não tenho visto motivo algum.
...Mas as pessoas na sala de jantar
São ocupadas em nascer e morrer. ♫

Um comentário:

Mariana Pimentel. disse...

Canta sua canção iluminada de Sol, Evinha! Luz pra você :)